Quase um Inter II no terminal do Capão Raso...
Replicativo
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Como pode?!?!?
Após acompanhar as notícias paranaenses sobre os poderes: judiciário, executivo e legislativo, e outras como: roubo protegido de carros, calote aos professores e CPI do transporte, tenho certa dificuldade em acreditar em alguma esfera de algum poder, independente do alcance, se municipal, estadual ou federal, ainda tenho a impressão de que principalmente no Paraná está tudo errado, principalmente onde nosso atual governador (pessoa física) colocou suas mãos, e seus comparsas companheiros cobriram com suas sombras.
Ainda não conheci nenhum ramo da sociedade que esteja contente com o atual governo, principalmente com a atual omissão do governador, bem como com as áreas que ficam sob o jugo de suas mãos (segurança, educação, saúde, infraestrutura, etc.).
Não consigo entender como um grupo que acabou com o Paraná no passado conseguiu retornar, nem como o povo paranaense consegue ficar alheio a tudo o que ocorre no estado.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Parabéns ao Exército Brasileiro
Gostaria de divulgar este feito do Exército Brasileiro, onde no interior do RN, exército inaugura primeiro poço artesiano que funciona a energia solar.
Para ver o vídeo, clique aqui.
Fonte: G1.com.br
Medicina - Quem necessita mais? O povo ou os médicos?
Fico entristecido com a disputa de interesses entre o governo federal e a classe médica em nosso país. Para quem já desbravou os rincões do Brasil, já percebeu que em muitos lugares (não distantes dos grandes centros) a população valoriza mais a opinião de "Pajés" e "Curandeiros", agarrando-se firmemente em "benzedores" e "terapeutas espirituais".
Por que será que ainda existe um grande número de pessoas que não acredita em médicos?
Primeiro, pela ausência destes profissionais nos despreparados e desequipados "centros de saúde", ou "postinhos", ou até mesmo "hospitais", restando somente os tratamentos alternativos.
Segundo, quando existem tais profissionais, estes são recém-formados, inexperientes, despreparados, não sabem atender ao público, não sabem trabalhar em equipe, e até mesmo prepotentes e se acham "semi-deuses", gerando uma enormidade de análises e tratamentos falhos, tanto no SUS, quanto convênios e particulares.
Terceiro, quando atendem pelo SUS, muitos médicos atrasam em atendimentos e plantões, criando demoras e filas extremas.
Quarto, cobrar "extras" para "melhorar o rendimento", tanto em convênios quanto pelo SUS.
Quinto e não menos importante, pela falha estrutural na rede de saúde, faltando equipamentos e ambientes preparados para o atendimento.
Entendo as necessidades e preocupações da classe médica, porém, a necessidade da população é muito maior que a necessidade da classe médica.
Não me importo se o governo está negociando as vagas de médicos com outros países, importo-me sim se existe ou não o atendimento médico que a população necessita.
Vejo crescer a quantidade de especialistas em medicina estética, neurologia, cardiologia e gastroenterologia, porém, onde estão os especialistas em clínica médica, geriatria, dermatologia, pediatria, ortopedia, pneumologia, oncologia, entre outros, que tiveram diminuidas a relação especialista x população nos últimos tempos. Será que tal diminuição deve-se aos rendimentos de tais especialidades quando comparadas com as citadas anteriormente? Será que não estão sendo criados alguns "mercenários" do futuro especialistas em abdominoplastia e cirurgia bariátrica?
Poucos profissionais estão optando em atender idosos, ou "perebentos", pois o lucro com silicone é maior, mas nos rincões do Brasil não se colocam implantes, e o número de "perebentos" e "velhinhos" é maior que em grandes centros, com opções limitadas de lazer e mais chances de espalharem-se fatos relativos a erros médicos.
Cito ainda os casos de profissionais da saúde que recebiam pelo SUS, e atendiam em seus consultórios a particulares e convênios, ou aqueles que ainda atendiam ao INSS, fornecendo laudos favoráveis a quem não necessitava, ou negando laudos a quem realmente tinha o direito à aposentadoria.
Conheci muitos profissionais extremamente competentes, porém, a classe ainda é desabonada pela incompetência de tantos outros profissionais da classe médica.
À você, médico competente, que trabalha em um grande centro, convido a trabalhar em cidades como: Sena Madureira - AC, Alto Taquari - MT, Caroebe - RR, Pacajá - PA, Alvorada - TO, Morros - MA, Miranda - MS, Fazenda Nova - GO, Ventania - PR, Doutor Ulysses - PR, Lindóia do Sul - SC, Cacequi - RS, entre outras tantas, onde ainda falta o atendimento médico devido, e outras tantas onde os "curandeiros" estão dispostos a fazer a obrigação de um médico.
Por que será que ainda existe um grande número de pessoas que não acredita em médicos?
Primeiro, pela ausência destes profissionais nos despreparados e desequipados "centros de saúde", ou "postinhos", ou até mesmo "hospitais", restando somente os tratamentos alternativos.
Segundo, quando existem tais profissionais, estes são recém-formados, inexperientes, despreparados, não sabem atender ao público, não sabem trabalhar em equipe, e até mesmo prepotentes e se acham "semi-deuses", gerando uma enormidade de análises e tratamentos falhos, tanto no SUS, quanto convênios e particulares.
Terceiro, quando atendem pelo SUS, muitos médicos atrasam em atendimentos e plantões, criando demoras e filas extremas.
Quarto, cobrar "extras" para "melhorar o rendimento", tanto em convênios quanto pelo SUS.
Quinto e não menos importante, pela falha estrutural na rede de saúde, faltando equipamentos e ambientes preparados para o atendimento.
Entendo as necessidades e preocupações da classe médica, porém, a necessidade da população é muito maior que a necessidade da classe médica.
Não me importo se o governo está negociando as vagas de médicos com outros países, importo-me sim se existe ou não o atendimento médico que a população necessita.
Vejo crescer a quantidade de especialistas em medicina estética, neurologia, cardiologia e gastroenterologia, porém, onde estão os especialistas em clínica médica, geriatria, dermatologia, pediatria, ortopedia, pneumologia, oncologia, entre outros, que tiveram diminuidas a relação especialista x população nos últimos tempos. Será que tal diminuição deve-se aos rendimentos de tais especialidades quando comparadas com as citadas anteriormente? Será que não estão sendo criados alguns "mercenários" do futuro especialistas em abdominoplastia e cirurgia bariátrica?
Poucos profissionais estão optando em atender idosos, ou "perebentos", pois o lucro com silicone é maior, mas nos rincões do Brasil não se colocam implantes, e o número de "perebentos" e "velhinhos" é maior que em grandes centros, com opções limitadas de lazer e mais chances de espalharem-se fatos relativos a erros médicos.
Cito ainda os casos de profissionais da saúde que recebiam pelo SUS, e atendiam em seus consultórios a particulares e convênios, ou aqueles que ainda atendiam ao INSS, fornecendo laudos favoráveis a quem não necessitava, ou negando laudos a quem realmente tinha o direito à aposentadoria.
Conheci muitos profissionais extremamente competentes, porém, a classe ainda é desabonada pela incompetência de tantos outros profissionais da classe médica.
À você, médico competente, que trabalha em um grande centro, convido a trabalhar em cidades como: Sena Madureira - AC, Alto Taquari - MT, Caroebe - RR, Pacajá - PA, Alvorada - TO, Morros - MA, Miranda - MS, Fazenda Nova - GO, Ventania - PR, Doutor Ulysses - PR, Lindóia do Sul - SC, Cacequi - RS, entre outras tantas, onde ainda falta o atendimento médico devido, e outras tantas onde os "curandeiros" estão dispostos a fazer a obrigação de um médico.
domingo, 29 de setembro de 2013
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