Gostaria de divulgar este feito do Exército Brasileiro, onde no interior do RN, exército inaugura primeiro poço artesiano que funciona a energia solar.
Fico entristecido com a disputa de interesses entre o governo federal e a classe médica em nosso país. Para quem já desbravou os rincões do Brasil, já percebeu que em muitos lugares (não distantes dos grandes centros) a população valoriza mais a opinião de "Pajés" e "Curandeiros", agarrando-se firmemente em "benzedores" e "terapeutas espirituais". Por que será que ainda existe um grande número de pessoas que não acredita em médicos? Primeiro, pela ausência destes profissionais nos despreparados e desequipados "centros de saúde", ou "postinhos", ou até mesmo "hospitais", restando somente os tratamentos alternativos.
Segundo, quando existem tais profissionais, estes são recém-formados, inexperientes, despreparados, não sabem atender ao público, não sabem trabalhar em equipe, e até mesmo prepotentes e se acham "semi-deuses", gerando uma enormidade de análises e tratamentos falhos, tanto no SUS, quanto convênios e particulares. Terceiro, quando atendem pelo SUS, muitos médicos atrasam em atendimentos e plantões, criando demoras e filas extremas.
Quarto, cobrar "extras" para "melhorar o rendimento", tanto em convênios quanto pelo SUS.
Quinto e não menos importante, pela falha estrutural na rede de saúde, faltando equipamentos e ambientes preparados para o atendimento.
Entendo as necessidades e preocupações da classe médica, porém, a necessidade da população é muito maior que a necessidade da classe médica.
Não me importo se o governo está negociando as vagas de médicos com outros países, importo-me sim se existe ou não o atendimento médico que a população necessita.
Vejo crescer a quantidade de especialistas em medicina estética, neurologia, cardiologia e gastroenterologia, porém, onde estão os especialistas em clínica médica, geriatria, dermatologia, pediatria, ortopedia, pneumologia, oncologia, entre outros, que tiveram diminuidas a relação especialista x população nos últimos tempos. Será que tal diminuição deve-se aos rendimentos de tais especialidades quando comparadas com as citadas anteriormente? Será que não estão sendo criados alguns "mercenários" do futuro especialistas em abdominoplastia e cirurgia bariátrica? Poucos profissionais estão optando em atender idosos, ou "perebentos", pois o lucro com silicone é maior, mas nos rincões do Brasil não se colocam implantes, e o número de "perebentos" e "velhinhos" é maior que em grandes centros, com opções limitadas de lazer e mais chances de espalharem-se fatos relativos a erros médicos.
Cito ainda os casos de profissionais da saúde que recebiam pelo SUS, e atendiam em seus consultórios a particulares e convênios, ou aqueles que ainda atendiam ao INSS, fornecendo laudos favoráveis a quem não necessitava, ou negando laudos a quem realmente tinha o direito à aposentadoria.
Conheci muitos profissionais extremamente competentes, porém, a classe ainda é desabonada pela incompetência de tantos outros profissionais da classe médica.
À você, médico competente, que trabalha em um grande centro, convido a trabalhar em cidades como: Sena Madureira - AC, Alto Taquari - MT, Caroebe - RR, Pacajá - PA, Alvorada - TO, Morros - MA, Miranda - MS, Fazenda Nova - GO, Ventania - PR, Doutor Ulysses - PR, Lindóia do Sul - SC, Cacequi - RS, entre outras tantas, onde ainda falta o atendimento médico devido, e outras tantas onde os "curandeiros" estão dispostos a fazer a obrigação de um médico.
Agora temos certeza de que o governo do estado do Paraná estava transbordando em dívidas porque estava transbordando em cargos desnecessários. Notícia do site Bem Paraná:
Beto Richa anuncia extinção de quatro secretarias e de mil cargos comissionados
O governador ainda disse que vai vender um terço dos veículos utilizados pelo Governo através de leilão e utilizar o dinheiro arrecadado para compra de ambulâncias. (sucatear antes de sair). O governador Beto Richa determinou nesta sexta-feira (27) a extinção de 1.000 cargos em comissão e quatro secretarias no Governo do Paraná. Os cortes fazem parte da primeira fase de uma série de medidas determinadas pelo governador para contenção de gastos e modernização na gestão do Estado. (gastei, agora não tenho dinheiro para pagar). “Não são medidas apenas para reduzir gastos, mas também focadas na melhoria da gestão e da qualidade dos serviços prestados à população, além de valorização do servidor público”, disse Richa. O governador afirmou que encaminhará na próxima semana mensagem à Assembleia Legislativa para reduzir de 4.657 para 3.657 o número de cargos comissionados no Executivo estadual. Com o corte, a economia será de R$ 48 milhões por ano no pagamento de servidores sem vinculo com o Estado. Na mesma mensagem será criada a Função de Gestão Pública (FG) para funcionários de carreira que ocupam cargos de diretoria, chefia e assessoramento, valorizando o servidor público concursado. Serão extintas as secretarias de Controle Interno, da Corregedoria e Ouvidoria, Assuntos da Copa 2014 e do Turismo, que será incorporada pela Secretaria da Cultura e passará a se chamar Secretaria de Estado da Cultura e do Turismo. (será que eram necessárias quando criadas?) As funções da Secretaria Especial para Assuntos da Copa 2014 serão assumidas pela Secretaria de Esportes. As atividades das secretarias de Controle Interno e da Ouvidoria passarão a ser exercidas pela Controladoria Geral do Estado, que será criada. (alguma coisa deveria ser criada para receber alguns "amigos".) Carros - Richa também determinou corte na frota de carros de representação, que será limitada a secretários e presidentes de empresas públicas. Isso representa o recolhimento de 43 veículos, que serão leiloados — o dinheiro será usado na compra de ambulâncias para os municípios. A elaboração do orçamento do Estado, hoje sob responsabilidade da Secretaria de Planejamento (melhor, do Cassio Taniguchi), passará para a Secretaria da Fazenda. Outra medida administrativa determinada pelo governador é a transferência da Ecoparaná, que elabora projetos de desenvolvimento sustentável na Secretaria de Turismo, para a Secretaria de Planejamento, sob o nome de Paraná Projetos. Novas medidas de enxugamento da estrutura do Estado serão adotadas até o fim do ano. Vamos lembrar: Celepar, Sanepar, Tecpar, Compagas, Sercomtel, Copel, etc... Alguma coisa poderá acontecer com o patrimônio do Paraná.